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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conhecendo mais sobre a agricultura no Tocantins


Agricultura no Tocantins...
Biocombustíveis
O Tocantins está pronto para oferecer biocombustíveis ao mundo, sem derrubar nenhuma árvore para plantar matéria-prima e sem desvirtuar as terras que hoje são utilizadas na produção de alimentos.
Para isso, a cana-de-açúcar que serve de matéria-prima ao etanol e as oleaginosas dos biocombustíveis são plantadas em áreas de pastagens degradadas. São 5 milhões de hectares de pastagens, que já começam a receber investidores, que promovem a recuperação do seu solo e o plantio das novas culturas.

A ocupação destas terras está prevista no estudo “Rota do Álcool”, elaborado pelo Governo do Tocantins. A projeção para os próximos 10 anos é de instalar 24 usinas de etanol (600 mil hectares) e 20 usinas de biodiesel (200 mil hectares) nestas áreas.
Produção atual
Atualmente, o Tocantins conta com duas usinas de biodisel em funcionamento (Brasil Ecodiesel e Biotins Energia) e três em instalação. Outras opções de oleaginosas que se destacam para a produção do chamado “combustível limpo” são a soja, o girassol, o amendoim e o algodão, além de culturas perenes como o dendê e a macaúba.
Na área de etanol, o Tocantins possui três usinas em atividade, sendo em Arraias, Gurupi e Pedro Afonso. Estudos apontam também grandes vantagens para o etanol fabricado da batata-doce, para o uso doméstico e fármacos.
Futuro
Com os biocombustíveis, o Tocantins está oferecendo ao mundo uma alternativa para substituir os combustíveis fósseis, mais poluentes e produzidos de matérias-primas não renováveis. Mas o estado tem condições para contribuir com muito mais. No Tocantins, o sol brilha por mais tempo, considerando a média nacional. São 2.400 horas/luz ao ano, que acelera a fotossíntese, fazendo com que as plantas possam converter energia solar em açúcares, proporcionando maior rendimento por área.
Maiores informações, favor entrar em contato com a Coordenação de Agroenergia, pelo ramal 2140.
Fonte: Diretoria de Produção Vegetal – SEAGRO.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tocantins imuniza 99,43% do rebanho contra febre aftosa

Download em alta resoluçãoMais uma vez a cadeia produtiva tocantinense demonstrou seu compromisso com a sanidade animal, imunizando 99,43% dos bovinos e bubalinos. A 2º etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa ocorreu no mês de novembro e abrangeu os bovídeos com até 24 meses, num total de 3.461.732 animais i
dos 3.481.490 em idade vacinal. O Estado conta hoje com aproximadamente oito milhões de bovídeos.
“O número de animais que receberam a vacina está dentro da nossa expectativa inicial e o resultado da campanha comprova a consciência do produtor rural em preservar o status sanitário do Estado, livre de febre aftosa com vacinação”, ressalta o presidente da Adapec – Agência de Defesa Agropecuária, Geraldino Ferreira Paz.

De acordo com o levantamento, 53 municípios dos 139 existentes atingiram 100% de cobertura de vacinal. A regional que atingiu a maior cobertura é Formoso do Araguaia com 99,9%. Atualmente, o maior rebanho está concentrado em Araguaçu com 315.694 cabeças de animais. Já a cidade de Araguatins centraliza o maior número de propriedades rurais, num total de 1.477.

Segundo o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade animal da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, todos os municípios ultrapassaram o percentual de cobertura vacinal de 90%, recomendado pelo Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Consideramos que a campanha foi um sucesso e vamos comemorar em maio 15 anos sem febre aftosa”, ressalta.

O responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, João Eduardo Pires, afirma que somente 0,57% dos animais existentes ficaram sem vacinar ou o produtor deixou de declarar. “Já sabemos onde estão localizadas estas propriedades e as equipes da Agência já estão indo em direção a elas para saber o motivo da omissão”, destaca.

Vale lembrar que, o produtor que não vacinou os animais será multado em R$ 5,32 por cabeça e R$ 127,69 por propriedade rural. Além disso, terá de adquirir a vacina de imediato, para que os técnicos da Adapec executem a vacinação. Já para o produtor que vacinou e deixou de declarar o ato será multado em R$ 127,69 por propriedade e deverá dirigir-se imediatamente ao escritório da Adapec onde sua ficha cadastral é movimentada.
Dinalva Martins

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